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  • 24 de abril de 2018

    QUANDO ESTIVER LOUCO ,SE AFASTE




      Gente, cai uns artigos no meu colo , que se encaixam perfeitamente com coisas que estão na minha cabeça e que só uma escritora como Marta Medeiros, consegue passar ''pro papel''. Hoje li esse texto e resolvi compartilhar com vocês. Tira um tempinho e leia, por favor, veja se contigo não está acontecendo algo do tipo e me conta.
     ''Há que se respeitar quem sofre de depressão, distimia, bipolaridade e demais transtornos psíquicos que afetam parte da população. Muitos desses pacientes recorrem à ajuda terapêutica e se medicam a fim de minimizar os efeitos desastrosos que respingam em suas relações profissionais e pessoais. Conseguem tornar, assim, mais tranquila a convivência.
      Mas tem um grupo que está longe de ser doente: são os que simplesmente se autointitulam “difíceis” . São os temperamentais que não estão seriamente comprometidos por uma disfunção psíquica . São chatos, apenas. Seja por alguma insegurança ou por narcisismo crônico, e se decretam “difíceis” e quem estiver por perto que se adapte

      Antigamente, quando uma amiga, um namorado ou um parente declarava-se uma pessoa difícil, eu relevava. Ora, estava previamente explicada a razão de o infeliz  promover discussões, criar briga do nada, encasquetar com besteira. Era alguém difícil, coitado. E teve a gentileza de avisar antes. Como não perdoar?
      Hoje em dia, se alguém chegar perto de mim avisando “sou uma pessoa difícil”, desejo sorte e desapareço em três segundos. Já gastei minha cota de paciência com esses difíceis que utilizam seu temperamento infantil e autocentrado como álibi para passar por cima dos sentimentos dos outros feito um trator, sem ligar a mínima se estão magoando – e claro que esses “outros” são pessoas mais íntimas, pois com colegas e só conhecidos eles são uns doces, a tal “dificuldade” que lhes caracteriza some como num passe de mágica

      Chega-se a uma etapa da vida em que ser bondoso cansa.   Se a pessoa é difícil, é porque está se levando a sério demais. Será que já não tem idade para controlar seu egocentrismo? Se não controla, é porque não está muito interessada em investir em suas relações. Já que ficam loucos a torto e direito, só nos resta se afastar e investir em pessoas alegres, educadas, divertidas e que não desperdiçam nosso tempo com draminhas repetitivos, dos quais já se conhece o final: sempre sobra para nós, os fáceis.


      Martha Medeiros
     

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